http://www.youtube.com/watch?v=U2LcBmoE6WsSegundo Thomas L. Friedman, o mundo passou por três grandes globalizações; uma primeira, quando Cristóvão Colombo criou o comércio entre o velho e o novo mundo transformando assim o tamanho do planeta . A segunda, a globalização das empresas devido à necessidade de mercado: diminuir custos com mão-de-obra, acentuando uma produtividade mundial. A terceira que está minimizando acentuadamente o tamanho do globo : o avanço das comunicações , da internet e a convergência digital. Todas essas “globalizações” contribuiriam para tornar o mundo mais plano, ou seja, achatado.
Estariam as hierarquias de comando desaparecendo e surgindo enfim, um modelo de cooperação e liderança que despontaria como um critério organizador? Verdade é, que o quarto poder tende a ceder espaço para “indivíduos comuns” e a comunicação num mundo cada vez menor terá a participação efetiva da população que está se globalizado. As individualidades do homem (suas preferências, seu consumo, seus ideais, seu comportamento) estariam sendo controlados e vigiados por empresas que detêm o poder de globalizar a informação e por em xeque a individualidade do homem. A disputa pela hegemonia da informação seria uma consequência de um mundo inevitavelmente globalizado e que recai como uma força histórica.
Uma vez que o futuro é uma incógnita, o homem é o construtor desta grande interrogação que agrega tecnologia, comunicação e educação. Será possível perdermos completamente o contacto humano cedendo espaço para um “contacto virtual”? A questão é complexa mas pode a resposta ser direccionada pelo próprio homem: o futuro quem constrói é ele próprio e a máquina é comandada por ele, que por sinal é um ser livre, autónomo, individual e precisa do contacto humano.
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